sábado, 16 de maio de 2009

Fonte de pesquisa na Internet.

Durante esse mês de maio, não estou cadastrando textos no blog, mas sim, colocando informações e iniciativas que encontro na Internet ou que me são enviadas por email, com o objetivo de fazer com que tais informações cheguem a um número maior de pessoas.

Sendo assim, estou colocando aqui no blog um link da Veja que a colega Ana Cardoso me enviou. Valeu Ana!

Em comemoração ao seu aniversário de 40 anos, a Revista Veja disponibilizou na Internet o seu acervo de 40 anos de revista.

O projeto é uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e demorou 1 ano para ficar pronto, o trabalho contou com cerca de 30 profissionais que deram conta do processo de digitalização de mais de 2 mil edições da revista.

O valor total investido no projeto é igual ao prêmio da Mega Sena acumulada, nada menos que 3 milhões de Reais foram investidos no projeto.

O projeto tem um valor social muito grande pois, nele podemos encontrar fatos da recente história do Brasil, assim se torna fonte de pesquisa para tado a sociedade e, em especial para nós educadores. Podemos buscar textos e informações para dar aulas, fundamentar nossos projetos de pesquisa, etc.



Boa pesquisa para todos!

Para acessar clique na imagem.




Após ter recebido o link da revista veja, resolvi pesquisar outras iniciativas semelhantes e encontrei um projeto da mesma invergadura, mas com um orçamento menor do que o da Veja.

O projeto é da Revista SUPERINTERESSANTE que disponibiliza seu acervo de 20 anos de revista na Internet, porém a revista não está disponível na íntegra, são disponibilizadas a matéria de capa e algumas seções da revista. Diferente do projeto da veja a Superinteressante tem um layout bem simples e possibilita salvar o acervo no seu computador.

Atualmente estão disponíveis as edições de 1987 até 2007, porém o projeto já tem planos para disponibilizar as edições de 2008.

Boa pesquisa para todos!
Para acessar clique na imagem.

sábado, 2 de maio de 2009

Ensino Superior a Distância

Durante a Semana de 27 de abril a 01 de maio de 2009, o Jornal Nacional da Rede Globo de televisão exibiu diversas matérias sobre Educação a Distância.

Como trabalho com EAD, fiz questão de colocar aqui no meu blog um link para o vídeo que fala sobre o Ensino Superior a Distância, pois a Educação a Distância tem sofrido muito preconceito, aliás como tudo o que é novo, e olha que Educação a Distância não é nova.

Algumas pessoas tem feito comentários de senso comum sobre a EAD, como por exemplo:

- Os cursos a distância não tem validade.

- As pessoas que fazem um curso a distância não estudam, não se esforçam.

Para quem estuda ou trabalha em um curso na modalidade EAD, percebe-se claramente que essas pessoas não tem um mínimo de leitura ou experiência com EAD. São realmente leigos no assunto.
Assita o vídeo!

sábado, 11 de abril de 2009

DIVX: a MP3 dos filmes.

Depois da revolução no mundo da indústria fonográfica causada pelo surgimento das músicas no formato MP3, impulsionada com o surgimento na Internet de software de troca desse tipo de arquivo, o que massificou em termos de rede de computadores o acesso em todo o mundo deste tipo de arquivo, agora chegou a vez dos filmes.
Arquivos com extensão .mp3 ou arquivos MPEG1 Layer III, extensão são as três ultimas letras que aparecem depois do ponto (.) no final do nome de qualquer arquivo, são arquivos de aúdio (waveform), idênticos aos arquivos .wav (wave), contudo os arquivos MP3 são extremamente compactados. Um arquivo wave de 12Mb se convertido para o formato MP3, ficará reduzido a apenas 1Mb.
As grandes empresas da indústria fonográfica vêm tentando inibir o crescimento da divulgação desse tipo de arquivo tirando do ar os principais programas de troca de MP3, como o Napster, o Áudio Galaxy.
Porém não vem tendo sucesso, a velocidade com que as coisas são produzidas na rede, superam a lentidão da justiça e das ações movidas pelas empresas fonográficas, assim sugiram mais de uma dezena de outros softwares de trocas de arquivos em MP3.
O DivX faz com o vídeo a mesma coisa que a MP3 fez com o áudio. Você pode assistir a filmes com qualidade de DVD, usando para isso apenas o leitor de CD-ROM do seu computador.
O DivX se baseia no formato de compressão MPEG-4. O MPEG-4 é um novo padrão de compressão de vídeo que é de alta qualidade e baixo bitrate. Assim é possível em um menor espaço ter um vídeo de melhor qualidade e maior quantidade.
Para termos uma idéia melhor do poder de compressão do formato DivX, vou dar o seguinte exemplo: um filme de DVD ocupa normalmente 5 GB de espaço, se utilizarmos o padrão Divx para comprimir este filme ele vai ocupar em média 600 MB, sem perder a qualidade digital do vídeo e com áudio de CD. A chave para a economia de tantos Gigas é que o formato DivX transforma o áudio em MP3, reduzindo bastante o tamanho do arquivo de áudio do filme.
Como a maioria dos CD-R e CD-RW tem entre 650 MB e 700 Mb e custam em torno de R$ 1,00, você pode gravar todos os seus filmes VHS no formato DivX e ganhar em qualidade, espaço físico e durabilidade da mídia.
A esta altura você pode está se perguntando, Esse formato DivX roda normal nos aparelhos de DVD player ou ainda alguns devem estar comentando que ver filmes na tela do computador é ruim devido ao tamanho da tela. Sim a maioria dos aparelhos de DVD rodam arquivos em DivX, mas não custa dar uma conferida nos tipos de arquivos que o seu aparelho é capaz de ler.
Para aqueles que tem um projetor ou uma TV de 42 polegadas LCD e deseja assistir os filmes DivX que estão no seu computador na tela da TV, basta instalar no seu PC uma placa de vídeo com saída para TV, no mercado encontra-se disponível diversas marcas de placas com essa finalidade, uma das mais utilizadas é a Gforce, que além de lhe possibilitar assistir os filmes na sua TV, vai transformar o seu computador em um vídeo game, por ser uma placa de vídeo 3D é capaz de rodar os jogos mais pesados, com gráficos que exigem uma melhor performance do computador.
Como e/ou onde conseguir os meus primeiros filmes DivX?
O primeiro passo para quem vai começar a se aventurar dentro do mundo Divx é baixar da Internet um dos programas de busca de vídeos, os mais utilizados são o Emule (http://www.emule-project.net/home/perl/general.cgi?l=30), para aqueles que não tem nenhuma noção de inglês o indicado é acessar a página em português sobre o Kazaa (http://www.kazaa.com.br/), o outro software é o WinMX (http://www.winmx.com/). Ambos são programas para compartilhamento de arquivos que utiliza a tecnologia denominada P2P (peer-to-peer), que permiti que você localize, faça download de arquivos de outros usuários que façam uso do mesmo programa, vale lembrar que para isso o usuário precisa estar online. Os softwares P2P baixam arquivos de diversos formatos: áudio, vídeo, programas, imagens e documentos.
As outras opções existentes de software P2P são: Grokster (http://www.grokster.com/), iMesh (http://www.imesh.com/), eDonkey (http://www.edonkey2000.com/), MediaSeek Client (http://mediaseek.pl/mediaseek/), Morpheus (http://www.morpheus.com/), Neo Napste (http://www.neonapster.com/), Piolet (http://www.piolet.com/), FileNavigator (http://www.filenavigator.com/), XoloX (http://www.xolox.nl/), FileFury (http://www.filefury.com/download.html) e etc.
O próximo passo é fazer download de um player para poder reproduzir os filmes que você baixou da Internet. Os player são programas utilizados para visualizar os arquivos DivX.
Assim como temos uma infinidade de softwares para baixar arquivos da Internet, também temos uma infinidade de players para reproduzir os mais diversos tipos de vídeos, a grande maioria dos players é destinada ao sistema operacional Windows, mas o usuário de outros sistemas operacionais, tais como Linux, Mac e Amiga, também tem opções de reprodutores que vamos apresentar aqui algumas dessas alternativas.
Os players para o sistema operacional Windows mais utilizados são o DivX player e o Radlight. O DivX player já vem junto com um pacote básico de Codesc, os Codecs são o nosso próximo assunto a ser abordado, mas apresenta algumas limitações como por exemplo não permitir a inserção de legendas, modificação das dimensões do filme, além de ser um player pesado, o que as vezes faz a máquina travar. O RadLight (http://www.radlight.com/) é disparado o melhor dos players, pois apresenta diversos recursos como: inclusão de legendas, sincronização da legenda ao filme com as teclas de avanço ou atraso da legenda, modificação das dimensões do filme na tela, permite alterar o idioma do layout do programa, tem um layout amigável, além de ser muito leve podendo ser instalado em máquinas com uma baixa configuração. Agora basta instalar os codecs para você enfim assistir aos seus filmes em DivX. Os codecs são os programas que tornam a tecnologia Divx possível, existem diversos tipos de codecs. É muito importante que você mantenha os seus codecs sempre atualizados, pois se um filme é produzido com uma versão nova de um determinado codec e você não tiver ela em sua máquina não irá conseguir rodar o filme.

sábado, 21 de março de 2009

Entendendo a Linguagem Digit@l

Os avanços no campo da tecnologia nos faz mergulhar a todo o momento em um mar de bits, mega bits e gigas. Basta abrir um jornal, uma revista ou assistir um comercial na televisão e lá estão eles. Câmera digital com cinco MB, TV digital de alta resolução.
O que quer dizer a palavra digital que acompanha esses produtos? Segundo Ferreira (2009) “Digital é tudo aquilo que pode ser transmitido e/ou armazenado através de bits.”
A maior parte da população compra e faz uso dos recursos digitais presentes na sociedade, mas sequer se dá conta da complexidade dessa linguagem digital. Essa linguagem digital surge com o aparecimento do computador, ou seja, ela é uma linguagem específica dessas máquinas. Para entendê-la precisamos voltar às séries iniciais do ensino fundamental, quando aprendemos o Sistema de Numeração Decimal, esse sistema tem como base a dezena, pois isso torna mais fácil para nós a realização dos cálculos.
Os computadores usam o sistema de base dois, chamado de Sistema Binário. Segundo Treviisan (1999) O Sistema Binário foi criado por um matemático alemão do século dezessete chamado Gottfried Wilhelm Von Leibniz.
Nesse sistema, ao contrário do Sistema Decimal, existem apenas dois algarismos zero (o) e um (1), isso torna mais fácil para o computador entender a mensagem e processar os dados que estão sendo transmitidos. O que é fácil para o computador, não é nem de longe fácil para nós seres humanos.

Na terminologia dos computadores, palavra é um grupo de algarismos binário (bits) que podem ocupar uma localização na memória, e, que podem ser processados de uma só vez, podendo ser um número binário que é para ser manuseado como um dado, ou, uma instrução que diz ao computador que operação deve ser executada. Pode ser também um caractere ASCII representando uma letra do alfabeto, ou ainda, um endereço que diz ao processador onde se localiza um dado. (FERREIRA, 2009)

Para escrever uma única letra utilizando o código binário o computador usa uma combinação de zeros e uns, o computador consegue fazer isso em altíssima velocidade, o que para nós é impossível. Observe no exemplo abaixo à combinação que é feita pelo computador para escrever a palavra EXEMPLO.
01000101 01111000 01100101 01101101 01110000 01101100 01101111
E X E M P L O
Fonte: Revista Ciência Hoje.

A mesma coisa acontece na hora de ler ou escrever os algarismos, novamente o computador faz uma combinação de zeros e uns. Veja a tabela abaixo.
Número
Código
0
11100010
1
1100110
2
1101100
3
1000010
4
1011100
5
1001110
6
1010000
7
1000100
8
1001000
9
1110100
Fonte: Revista Ciência Hoje.

Com o avanço da informática nos diversos setores da sociedade, ficou praticamente impossível viver sem o código binário. Podemos dar um exemplo disso falando do código de barras, ao comprar uma roupa, um produto no supermercado ou simplesmente na hora de pagar uma fatura o caixa da loja ou o banco usa um scanner para fazer a leitura do código de barras e assim transmitir todas as informações sobre o produto.
Para o computador as barras brancas e pretas são zeros e uns, inicialmente todas as barras tem a mesma espessura, mas quando você tem uma barra branca mais grossa, significa que temos uma seqüência de zeros e da mesma forma quando temos uma barra preta mais grossa, significa que temos uma seqüência de uns.
Quando o feixe de luz do scanner toca o código de barrar ele envia para o computador o código binário, esse por sua vez faz a leitura dos dados e envia as informações contidas no código de barras para o monitor. Nesse caso o scanner é o periférico de entrada de dados e o monitor o periférico de saída de dados.

Referências:

FERREIRA, Silvio. Sistema Binário – Parte I. Disponível em: <http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=1648>. Acesso em 08 de março de 2009.
TREVISAN, Marcelo. O sistema binário. Disponível em: <http://www-usr.inf.ufsm.br/~cacau/elc202/node2.html>. Acesso em: 12 de março de 2009.

Bibliografia consultada:

BONETTI, Marcelo de Carvalho. Como funciona o CD? In: Revista Ciência Hoje. Rio de Janeiro, ano 19, n. 170, P. 28, Jul. 2006.
MARTELLI, Leandro. Como funciona o código de barras? In: Revista Ciência Hoje. Rio de Janeiro, ano 20, n. 180, P. 28, jun. 2007.

sábado, 29 de setembro de 2007

Um pouco sobre mim.

Me chamo Sidnei Alvaro de Almeida Lima, nasci na cidade do Rio de Janeiro, tendo me despedido da cidade maravilhosa em 1982, data na qual passei a ser baiano de coração. Adoro praticar esportes, como não poderia deixar de ser, o futebol é meu esporte favorito, mas fui uma criança que praticou de tudo um pouco, no bom sentido.
Visitar o centro Histórico de Salvador e ir a praia de Itapoã, cantada em verso e prosa por Dorival Caymmi, são programas obrigatórios de quem vem a Bahia e sempre que posso marco presença nesses lugares.