Atendendo a solicitação da Associação Nacional de Tutores do Ensino a Distância - ANATED, a justiça federal proibio na última segunda-feira, dia 1º de agosto de 2011, os comerciais do Conselho Federal de Serviço Social - CFESS que comparavam a Educação a Distãncia com um Fast-food. Para o juiz federal Haroldo Nader os comerciais estavam expondo os consumidores desta modalidade de educação ao ridículo. Toda a propaganda que estava sendo distribuida ou veículada na Internet deverá ser recolhida e sua veículação foi proibida.
Mesmo com a proibição e com multa de R$ 1.000,00 por dia de descumprimento da decisão do juiz, o Conselho Federal de Serviço Social continua divulgando em seu site a propaganda preconceituosa contra à Educação a Distância.
Leia a matéria na íntegra no site JURISCIÊNCIA.
Neste espaço disponibilizo textos produzidos por mim sobre educação e Novas Tecnologias de informação e Comunicação.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
A importância do papel do tutor na Educação a Distância
Na última sexta-feira dia 29 de julho de 2011 fiz a apresentação da minha monografia como requisito parcial para a conclusão do Curso de Especialização Tecnologias e Novas Educações da Faculdade de Educação - FACED da Universidade Federal da Bahia - UFBA. A banca foi formada pela minha orientadora a Professora Dra. Nícia Ricio e pela Professora MSc. Joseilda Sampaio de Souza.
A banca destacou a relevância do tema por mim abordado, principalmente na perspectiva que me propuz a investigar que foi a questão do tutor como professor-tutor, um profissional que acompanha os alunos, avalia, esclarece dúvidas, discute o conteúdo do curso, etc.
Diante da alegria de ter o atrabalho aprovado pela banca, resolvi dividir essa alegria com vocês. Estou disponibilizando os slides da minha apresentação para que vocês possam ter uma pequena amostra de como foi a pesquisa realizada.
A banca destacou a relevância do tema por mim abordado, principalmente na perspectiva que me propuz a investigar que foi a questão do tutor como professor-tutor, um profissional que acompanha os alunos, avalia, esclarece dúvidas, discute o conteúdo do curso, etc.
Diante da alegria de ter o atrabalho aprovado pela banca, resolvi dividir essa alegria com vocês. Estou disponibilizando os slides da minha apresentação para que vocês possam ter uma pequena amostra de como foi a pesquisa realizada.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Política, futebol e religião não se discute. Será?
Quem ainda não ouviu a frase que dá título a esse texto? Acredito que todas as pessoas um dia já ouviram alguém falando tal coisa, isso se você mesmo, leitor desse texto já não pronunciou essa frase em algum momento da sua vida. Muitas pessoas pensam que não se envolver com certos temas polêmicos da sociedade é se livrar de problemas, porém essas pessoas estão enganadas, não se envolver nesses temas significa entrar em muitos problemas que só depois irão descobrir que foram causados pela omissão da opinião pública.
Não existe ser (a)político. O ser humano por natureza é um ser social e para viver em sociedade é preciso fazer política. Sem perceber fazemos política a política da boa vizinhança para não ter problemas na rua em que moramos, os casais tem um política de convivência, pois sem ela os casamentos acabariam em tempo recorde. Até agora não falamos da política partidária, isso é outro nível de política.
O objetivo até aqui é demonstrar que estamos o tempo todo fazendo política, nos mais diferentes níveis e ambientes. Mas o que é mesmo política? Segundo Rocha (1996, p. 482) “Política é um ramo das ciências sociais que trata da organização e do governo dos estados”.
Isso significa que a ausência da política na sociedade causaria uma desordem social. Assim a ordem social é uma ordem política, toda e qualquer decisão que tomemos na sociedade é uma decisão política, mesmo que o indivíduo não tenha consciência disso. Não existe livre arbítrio agimos da maneira que a política vigente nos permite agir. Emile Durkhame afirma que a sociedade é coercitiva, ela força as pessoas a tomar decisões na vida, sem que a pessoa perceba que está fazendo isso por pressão social, oriunda da política vigente na sociedade em que se vive.
Durante as discussões na disciplina Políticas Públicas questionei-me sobre o título da disciplina. Por que se faz necessário discutir políticas públicas se a própria palavra política na sua origem já diz respeito a cidade, a sociedade ou seja ao público. A citação abaixo reforça a minha indagação sobre a necessidade de se criar dentro da política uma pasta chamada de políticas públicas.
O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana (OLIVIERE, 2011, p.1).
Com base na citação acima todo ato político é uma ação em prol do bem comum ao menos deveria. Então o que está acontecendo com os nossos representantes que eles não tem feito política e, se eles não fazem política o que será que eles estão fazendo em Brasília? A palavra que melhor define o que os nossos vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores estão fazendo é “Politicagem”. De acordo com Rocha (1996, p. 482), “politicagem é o desvirtuamento dos conceitos ou métodos da política em benefício pessoal ou de um grupo.”
Agora fica claro que os nossos políticos não estão representando o povo em Brasília, mas sim grupos econômicos, os quais muitos dos políticos fazem parte. Isso quando não estão legislando em benefício próprio, como por exemplo aumentar o próprio salário em mais de 100%. Precisamos discutir política para poder ter conhecimento do nosso papel e do papel dos nossos representantes, é preciso saber que quando não assumimos uma posição diante de um problema social, alguém decide por nós e, na maioria das vezes, essa decisão não é em beneficio da maioria da população, mas sim, em beneficio da minoria que financia as campanhas políticas.
Nossos políticos deveriam legislar em prol do povo e não dos seus interesses particulares ou em prol de grupos particulares. Rocha afirma que político é um adjetivo “relativo aos negócios públicos”. Uma das formas de combater isso é politizar o público, entendemos politizar nesse texto como “transmitir a uma classe social ou a alguém a consciência dos seus direitos e deveres políticos” (ROCHA, 1996, p. 482).
Um dos principais veículos de comunicação utilizados como um instrumento de alienação da população é a televisão, grandes grupos econômicos dominam a concessão para explorar os canais de televisão, esse grupos veiculam em suas emissoras de televisão as informações que querem e com isso fazem a população acreditar no que eles querem que o povo acredite, as imagens são editadas, os textos são produzidos com o objetivo de convencer a quem os ouvem e a programação é feita para empobrecer culturalmente a população.
A grande discussão do momento é a T.V. digital. Observa-se o uso incorreto do termo digital, o que é digital não é a televisão, mas sim a transmissão do som e da imagem de determinado canal de televisão. Vocês podem estar se perguntando onde é que a política entre nisso. A política é o ponto chave desse processo, uma vez que o Brasil teve que escolher entre três tipos de sistema de transmissão digital, nossos representantes públicos escolheram o modelo japonês, justo o sistema em a maior parte dos gastos para sua efetivação recai sobre o usuário final, que é claro somos nós. O modelo japonês aproveita toda tecnologia já investida pelas emissoras de televisão, cabendo ao usuário final se adequar ao novo sistema.
Quem será que fez a escolha do sistema japonês? Os nossos representantes públicos fizeram a escolha e é claro escolheram agradar aos interesses privados e não ao que define o termo político que é o interesse público. Os políticos dizem que a população foi consultada sobre o melhor modelo a ser adotado pelo Brasil. O pior é que ouve realmente uma consulta, o problema é que os donos dos veículos de comunicação não tinham interesse em divulgar tal questão. Será que as nossas universidades não são capazes de produzir um sistema brasileiro de transmissão digital de áudio e vídeo? Será que não seria mais vantajoso para o país ter desenvolver esse sistema com tecnologia nacional? Essas são questões que os nossos políticos precisam responder para a população.
A grande propaganda da chamada “TV digital” é a tão badalada interatividade, porém a decisão pelo modelo japonês jogou por terra essa possibilidade, pois ele privilegia apenas alta definição de som e imagem, mas deixa a desejar sobre a interatividade, justo ela que daria a possibilidade de comunicação em tempo real, uso de recursos da internet, flexibilidade de escolha de canais, possibilidade de produção de vídeos e disponibilização deste na programação. É claro que isso não é do interesse dos grupos que dominam a os canais de televisão, que fazem da televisão uma arma pronta para defender seus interesses contra tudo e contra todos.
Vamos permanecer sentados com o controle remoto na mão zapiando por canais que apresentam as mesmas besteiras que só aliem a população enquanto que o pouco que serviria para alguma coisa para a classe trabalhadora passa em um horário onde ninguém tem condições de assistir, como é o caso dos programas que fornecem formação de para estudantes do ensino fundamental e médio ou ainda os programas que apresentam as pesquisas produzidas pelas grandes universidades do país.
Termino aqui essa pega discussão com desejo de levar esse temática a fundo e gritar uma para os quanto cantos do país uma frase do “vamos nos politizar” para assim mudar a cara desse país.
REFERÊNCIAS
OLIVIERE, Antônio Carlos. O que é política. Disponível em: http://pt.shvoong.com/social-sciences/political-science/1636126-que-%C3%A9-pol%C3%ADtica/. Acesso em: 07 de maio de 2011.
ROCHA, Ruth. Minidicionário. São Paulo. Scipione. 1996.
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
Prêmio Internacional Educarede 2011
Em 2009 participei do Seminário Internacional promovido pela Educarede sobre Novas Tecnologias de Informação e Comunicação. Este ano escrevi um projeto que desenvolvo com meus alunos da Escola Municipal Francisca de Sande envolvendo as TIC. O prêmio Educarede é voltado para professores de todo o mundo que desenvolvem atividades com seus alunos envolvendo o uso de novas tecnologias. O projeto consiste em usar o blog como um espaço de produção de conhecimento, além de espaço de divulgação do conhecimento produzido na escola.
As inscrições para o Prémio Internacional Educarede 2011 estão abertas até o dia 9 de maio. Todos nós amantes da tecnologia e que desenvolvemos várias atividades, projetos e outras coisas com nossos alunos, devemos participar.
Essa é uma grande oportunidade de mostrarmos ao mundo o quanto produzimos com o uso das tecnologias.
terça-feira, 26 de abril de 2011
8º Prêmio Amigos do Mar
O Projeto Tamar em parceria com a Instituto Instituto Arcor Brasil está lançando o 8º Prêmio Amigos do Mar. O objetivo dessa iniciativa é desenvolver a consciência das crianças para a preservação da vida marinha. Além de publicar um guia sobre Educação Ambiental que servirá como uma ferramenta pedagógica para professor do Ensino Fundamental.
As escolas credenciadas para participar do projeto devem confirmar sua incrinção o mais rápido possível, pois a participação é limitada.
Feita a inscrição a escola receberá em 30 dias um kit para desenvolver o tema do prémio amigos do mar com os alunos.
Os alunos concorrerão a prêmios, basta produzirem desenhos explorando a temática de preservação da vida marinha e enviar para o projeto.
Vamos lá companheiros escrevam as suas escolas! Eu já fiz a inscrição da minha.
sábado, 20 de novembro de 2010
Corpos Mutantes: o sujeito na contemporaneidade
Grafia em corpos
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Comentários sobre os textos do livro Corpos Mutantes.
Corpo, fragmentos e ligações: a micro-história de alguns órgãos e de certas promessas.
Neste texto o que mais me impressionou foi o papel que o cinema ocupa na projeção do futuro próximo, com as tecnologias que são projetas para a sociedade viver e sobreviver aos seus males, bem como a visão de corpos perfeitos. No filme Os substitutos, os personagens do filme não saem de casa, ficam o tempo todo conectados a uma máquina que faz a conexão entre a mente da pessoa e um robô que é um cópia da pessoa, na sua melhor fase da vida. Tos os robôs tem corpos esculturais, de maneira que as pessoas não sabem como estão seus parentes, esposas e maridos na “realidade”. Vivemos essa busca por um corpo perfeito.
Quando criança assistia a série Jornada nas Estrelas e pensava ser mentira as conexões de telefone sem fio, hoje não conseguimos pensar a vida cem os aparelhos celulares.
O cinema tem essa capacidade de trazer aos olhos do espectador aquilo que ele deseja e que só estará disponível décadas a frente.
Corpo Cyborg e o dispositivo das novas tecnologias.
Novamente o cinema me faz entender com clareza o que o texto sobre corpo cyborg discute. A série da televisão famosa na década de 80, “ O homem de 6 milhões de dólares”, já apresentava com muita propriedade essa ligação intima entre homem e máquina. Não sabemos mais ao certo onde começa o homem e termina a máquina ou vice-versa. Nossos corpos são pura tecnologia, antes acreditávamos que nossos corpos era fruto da seleção natural, hoje tenho certeza de que a tecnologia tem dado uma grande ajuda.
Meu conceito sobre prótese era de que serviam para suprir uma deficiência e que mesmo assim, a pessoa nunca teria a mesma capacidade de alguém que não tem prótese, ou seja, sempre estaria potencialmente em desvantagem. O texto abri minha mente para as possibilidades de alguém que usa prótese ter capacidade superior a de quem não usa prótese, como por exemplo, as pernas mecânicas, elas tem tornado os indivíduos bem mais rápidos que uma pessoa que não as usa.
Uma estética para corpos mutantes.
Não acredito que nossos corpos estejam passando por uma metamorfose, uma vez que, entendo por metamorfose, a transformação completa pela qual a lagarta passa para poder evoluir e virar borboleta. Por mais que possamos promover modificações em nossos corpos não acredito que modificaremos tanto esse corpo ao ponto de não reconhecermos no segundo nada do primeiro.
Tenho muitas esperanças de que a pesquisas com células tronco irá evoluir ao ponto de não ser necessário esperar que alguém morra e faça a doação de órgãos, em menos de um século já estaremos vivendo o Self service de órgãos. Substituiremos órgãos com câncer ou com funcionamento incorreto em uma simples cirurgia.
O espetáculo do ringue: o esporte e a potencialização de eficientes corporais
Homens e mulheres tem transformado seus corpos em verdadeiras máquinas de combate em nome do esporte que valoriza o corpo máquina que além de escultural, forte e resistente tem que aniquilar o outro corpo máquina em segundos. Em nome do esporte essas pessoas fazem usa de substancias que potencializam as suas capacidades físicas e mentais. As vezes as conseqüências para o corpo são a perda de outras funções já que o corpo-máquina precisa de toda sua energia concentrada para os combates.
Percebo ai uma grande contradição já que o esporte prega sempre uma vida saudável, em que o esportista deve manter todos as suas capacidades em equilíbrio. Muitos desses lutadores são submetidos a um nível de estresse altíssimo. Acabam esquecendo de tudo e todos a sua volta, em função das lutas e combates consigo mesmo e com os outros.
O percurso do corpo na cultura contemporânea.
A sociedade hoje vive a ditadura do corpo perfeito, a mídia televisa, tem escravizado toda a sociedade, impondo a cultura do corpo magrinho e sarado. No passado o padrão de beleza era outro, as mulheres mais “gordinhas” e que eram o padrão, percebemos isso nas pinturas, esculturas e nos filmes da época.
As modelos passam por verdadeiras maratonas para perder gramas, muitas acabam doentes, desenvolvem a bulimia, o que faz com elas acreditem que estão gordas, mesmo estando bem abaixo do peso ideal delas, isso pode levar as mesmas a morte.
sábado, 6 de novembro de 2010
RoboBraille
Fazer a integração de alunos portadores de necessidades especiais nas escolas públicas brasileiras requer um grande esforço por parte de professores e gestores. Um dos grandes obstáculos que os professores enfrentam é a produção de material adequado a cada uma das necessidades especiais presentes em sala de aula, as vezes, são multiplas necessidades.
Todas as vezes que encontro durante as minhas navegações no ciberespaço alguma iniciativa que de forma direta ou indireta vá possibilitar aos docentes uma melhor atuação no sentido de superar as dificuldades na produção de material para trabalhar com alunos com necessidades especiais, socializo com os colegas educadores. Por isso estou postando esse comentário sobre um projeto bem interessante para trabalho com pessoas com deficiência visual ou não.
RoboBraille é um serviço de correio eletrônico que converte arquivo de texto no formato .DOC ou .TXT para arquivo de audio no formato MP3 ou um documento em braille.
Todas as vezes que encontro durante as minhas navegações no ciberespaço alguma iniciativa que de forma direta ou indireta vá possibilitar aos docentes uma melhor atuação no sentido de superar as dificuldades na produção de material para trabalhar com alunos com necessidades especiais, socializo com os colegas educadores. Por isso estou postando esse comentário sobre um projeto bem interessante para trabalho com pessoas com deficiência visual ou não.
RoboBraille é um serviço de correio eletrônico que converte arquivo de texto no formato .DOC ou .TXT para arquivo de audio no formato MP3 ou um documento em braille.
É muito fácil usar o serviço, basta apenas enviar um email com o arquivo em anexo para o RoboBraille e em poucos minutos você recebe um email do RoboBraile com um link onde você pode baixar o arquivo de áudio ou documento em braille.
O serviço é gratuito para usuários domésticos. Para converter os arquivos você deve enviar o arquivo de texto na língua original.
Para os usuários da língua portuguesa os e-mails com arquivos em português devem ser enviados para:
Arquivo de áudiotextoparavoz@robobraille.org
Documento em Braille
textoparabraille@robobraille.org
O RoboBraille converte arquivos em outros onze idiomas.
É necessário informar que o português utilizado pelo programa é o português de Portugal. Fiz o teste com o RoboBraille, enviei um pequeno arquivo de texto no formato .TXT e em menos de cinco minutos recebi um email com o link para ouvir ou baixar o arquivo de áudio no formato .MP3.
Foi possível entender todo o texto, mesmo com a voz robotizada utilizada pelo software, a voz utilizada pelo programa para converter o meu texto foi uma voz feminina, não sei se ele trabalha também com vozes masculinas, já que com base no email que recebi, puder perceber que são vários servidores que trabalham com a finalidade de responder os email em um curto espaço de tempo.
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Leitura na Rede
Neste sábado, dia 09 de outubro de 2010, participei da palestra do professor Walter Bazzo, coordenador do Núcleo de Pesquisas em Educação Tecnológica - NEPET da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. O tema abordado na palestra foi Ciência, Tecnologia e Sociedade - CTS. A discussão foi muito calorosa sobre o uso racional da tecnologia.
Minha primeira pergunta sobre CTS foi: A tecnologia está nos levando para um estado de evolução do ser ou somos nós que estamos levando a tecnologia para onde estamos querendo chegar enquando seres humanos, em outras palavras, estamos sendo dominados pela tecnologia ou estamos dominando ela?
Negroponte afirma que faz tanto sentido ampliar a banda de acesso a Internet só porque temos essa possibilidade, quanto aumentar o volume do rádio para obter mais informação. Muitas pessoas estão pagando caro para trocar os computadores, ter acessa a internet com banda larga e continuam fazendo a mesma coisa que faziam nos computadores 486 ou Pentium II. Continuam digitando textos e fazendo pesquisas na Internet. A pergunta é: para que um grande processador, mais memória, placa de vídeo, HD de um Tera?
Uma coisa me marcou muito durante a fala do Bazzo. A afirmação de que temos que ler. Fiquei impressionado com a quantidade de livros que Bazzo lê.
Assim, resolvi disponibilizar algumas possibilidades de trabalho com a leitura na rede. Não só para os nossos alunos, mas para nós professores também.Como a leitura ainda não é algo comum a todos os brasileiros. O Instituto Ecofuturo resolveu criar um projeto para levar a leitura a uma gama de pessoas que na maioria das vezes fica a margem desse processo. Nasceu assim o Projeto Ler é Preciso. O objetivo do projeto é levar o prazer da leitura ás comunidades urbanas e ruais do Norte ao Sul do Brasil.
Outra possibilidade de trabalho com a leitura, mas dessa vez para as pessoas com deficiência visual, é o projeto da Audioteca Sal e Luz. Uma instituição sem fins lucrativos que disponibiliza livros falados para pessoas com deficiência visual.São mais de 2700 títulos diversos, tem livros e textos para todos os gostos, todo material e disponibilizado em fita K7, CD ou MP3.
A audioteca precisa de LEDORES, para amplicar o seu acervo. Assita o vídeo institucional da Audioteca Sal e Luz.
A audioteca precisa de LEDORES, para amplicar o seu acervo. Assita o vídeo institucional da Audioteca Sal e Luz.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Pedagogo tem Conselho Federal ou Regional?
Estive fazendo essa pergunta a alguns colegas pedagogos, a maioria não sabia se nós Pedagogos temos ou não Conselho Federal de Pedagogia, alguns ao responder, na verdade me perguntavam, uma vez que respondiam assim: - Não tem, não é?
Realmente o Pedagogo não tem Conselho Federal ou Regional de Pedagogia. Os conselhos são órgãos responsáveis pela orientação disciplina e fiscalização do exercício de uma profissão. Por isso é tão importante que todas as categorias profissionais tenham o seu Conselho Federal e Regional.
Os Pedagogos (será que estamos realmente a frente da criação do nosso conselho?), estão lutando por um direito conquistado há muito tempo por outros profissionais, entre eles o Médico que tem o Conselho Federal de Medicina – CFM, o Arquiteto, Engenheiro e Agrônomo que tem o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA e o Administrador que tem o Conselho Federal de Administração – CFA.
Desde de 2007 tramita no congresso o Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a criar o conselho Federal e Regionais de Pedagogia de autoria do deputado Mauro Nazif do PSB. Em julho deste ano a Comissão de Constituição e Justiça aprovou o projeto do deputado Nazif que deverá ser encaminhado ao Senado.
Temos que ficar atentos ao texto da lei, pois a qualidade do nosso trabalho pode ser decidida nos artigos dessa lei. Vejam os comentários da Professora Celi Taffarel, Diretora da Faculdade de Educação – FACED/UFBA.
Realmente o Pedagogo não tem Conselho Federal ou Regional de Pedagogia. Os conselhos são órgãos responsáveis pela orientação disciplina e fiscalização do exercício de uma profissão. Por isso é tão importante que todas as categorias profissionais tenham o seu Conselho Federal e Regional.
Os Pedagogos (será que estamos realmente a frente da criação do nosso conselho?), estão lutando por um direito conquistado há muito tempo por outros profissionais, entre eles o Médico que tem o Conselho Federal de Medicina – CFM, o Arquiteto, Engenheiro e Agrônomo que tem o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA e o Administrador que tem o Conselho Federal de Administração – CFA.
Desde de 2007 tramita no congresso o Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a criar o conselho Federal e Regionais de Pedagogia de autoria do deputado Mauro Nazif do PSB. Em julho deste ano a Comissão de Constituição e Justiça aprovou o projeto do deputado Nazif que deverá ser encaminhado ao Senado.
Temos que ficar atentos ao texto da lei, pois a qualidade do nosso trabalho pode ser decidida nos artigos dessa lei. Vejam os comentários da Professora Celi Taffarel, Diretora da Faculdade de Educação – FACED/UFBA.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Ferramenta de busca ajuda no plantio de árvores.
Navegar na Internet pode ajudar no reflorestamento de áreas desmatadas no nosso país. O projeto Eco4planet que é um portal de tecnologia, disponibiliza uma ferramenta de busca na Internet em que as pesquisas feitas com essa ferramenta se revertem em árvores plantadas.
Quando no início do ano uma amiga (Carlinha meu anjo, sempre que tiver coisas boas pode mandar pra mim.) me enviou o endereço da ferramenta eu fiquei um pouco desconfiado da eficácia da proposta, mas passado alguns meses pude verificar através de imagens do blog do projeto e de outros canais de comunicação que realmente as árvores são plantadas.
Mas se você não é do Partido Verde e não está muito interessado no plantio de árvores, talvez possa se interessar por outro recurso do programa. O eco4planet disponibiliza duas cores de fundo para a ferramenta de busca, você pode escolher o fundo preto ou fundo branco. O uso da cor preta ajuda na economia de até 20% da energia do seu computador.
Podem ficar tranqüilos que o Eco4planet usa o sistema Google na pesquisa, assim os usuários não perdem nada em qualidade.
Com base nos acessos diários feitos na Internet, essa economia de 20% significa a economia de 7 milhões de Kilowatts/hora, ou seja, mais de 63 milhões de aparelhos de televisão desligados por até uma hora.
Para a turma do Notebook, estamos economizando a bateria do Note, dá para ficar mais tempo conectado, risos.
Vamos ajudar na preservação do nosso planeta! Eco4planet já!
Quando no início do ano uma amiga (Carlinha meu anjo, sempre que tiver coisas boas pode mandar pra mim.) me enviou o endereço da ferramenta eu fiquei um pouco desconfiado da eficácia da proposta, mas passado alguns meses pude verificar através de imagens do blog do projeto e de outros canais de comunicação que realmente as árvores são plantadas. Podem ficar tranqüilos que o Eco4planet usa o sistema Google na pesquisa, assim os usuários não perdem nada em qualidade.
Com base nos acessos diários feitos na Internet, essa economia de 20% significa a economia de 7 milhões de Kilowatts/hora, ou seja, mais de 63 milhões de aparelhos de televisão desligados por até uma hora.
Para a turma do Notebook, estamos economizando a bateria do Note, dá para ficar mais tempo conectado, risos.
Vamos ajudar na preservação do nosso planeta! Eco4planet já!
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sábado, 28 de agosto de 2010
Mapa Mental
Navegando na Internet descobri uma nova ferramenta, nova ao menos para mim, de produção de mapas mentais ou conceituais.O nome do software é Freeplane. Está disponível na Internet de forma gratuita, você produz os seus mapas salva e pode usar nas suas apresentações.Inteira mente gratuita, não é necessário fazer nenhum tipo de cadastro basta clicar no link para dowload, instalar o programa e soltar a imaginação. Abaixo estou disponibilizando um exemplo de Mapa Mental para que vocês possam ter uma noção.
Muitas pessoas confundem os mapas conceituais com os organogramas de uma empresa por exemplo. A ligação no organograma de uma empresa está na Hierarquia entre os cargos. Já no mapa conceitual a ligação é entre os conceitos, por isso o mapa conceitual é muito pessoal. Outra pessoa pode usar o seu mapa conceitual, porém só você vai saber a sequência ou lógica dos conceitos.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Um Computador por Aluno - UCA
O sonho de todos os educadores amantes ou não das tecnologias, ao menos de grande partes deles, já está se tornando realidade. O projeto Um Computador por Aluno - UCA do governo federal já começou a colocar em prática seu projeto piloto. Foram distribuídos neste mês de agosto 5,5 mil notebooks para alunos e professores do município de Piraí no Estado do Rio de Janeiro. É isso mesmo colega Internauta, o presidente Lula fez a entrega dos computadores em solenidade no município. Os outros municípios escolhidos para participar do programa foram: São Paulo, Palmas e Porto Alegre.Ainda durante a cerimônia o presidente Lula afirmou que se a indústria nacional não baixar o preço dos computadores o governo terá que importar os notebooks para atender a todas as escolas do país.
A meta do governo era distribuir 350 mil computadores até o final de 2010, porém a burocracia das licitações está emperrando a compra dos computadores.
Para mim professor amante das tecnologias, resta torcer para que os munícipio ofereçam capacitação para que os professores possam fazer uso desses computadores. Caso isso não ocorra os computadores serão motivo de brigas entre professores e alunos. Uma vez os alunos de posse dos computadores, penso que será dificil fazer com que eles se interessem pelas velhas aulas com quadro e giz.
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